MERCADO BRASILEIRO DE CRÉDITO DE CARBONO: BEM-ESTAR SOCIAL E REDUÇÃO DE GASES DE EFEITOS POLUENTES (GEE)

Pôster apresentado no XIX Simpósio Luso-Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental (XIX Silubesa, 2021)

RESUMO

O Mecanismo de Desenvolvimento Limpo comporta um conjunto diverso de projetos para estímulo ao desenvolvimento de tecnologias limpas. Com vistas ao alcance futuro de metas de redução de Gases de Efeitos Poluentes (GGE), promoção do desenvolvimento sustentável e de condições confortáveis de sobrevivência, as proposições do Protocolo de Quioto o colocaram como uma via para a união de esforços entre os países do Anexo I e as economias em desenvolvimento. O modelo representa uma oportunidades de associação para organizações inventariantes interessadas em atingir metas de redução de GEE e que, sob os auspícios dos recursos gerados pela comercialização de RCEs, possam lançar empreendimentos de menor potencial agressivo – com efeito, sustentáveis. Contudo, particularmente no Brasil, ao fim do primeiro ciclo 2008-2012 e fim do último, os projetos em andamento têm sido voltados ao setor energético, sendo que nos segmentos vinculados ao bem estar e condições de vida os avanços são ínfimos. Desta feita, aqui, tem-se em vista expor os volumes emitidos segundo os registros do Programa GHG protocol-FGV, ao longo do intervalo 2008-2018, bem como analisar a desenvoltura dos segmentos relacionados à saúde humana e descontaminação como elementos componentes da noção de bem-estar.

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Renata Amorim - RHIOS, Graduanda em Economia na UEFS. 

Dra. Telma Teixeira - Líder do grupo RHIOS

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